sábado, 27 de junho de 2009

UMA FLOR


Nestes tempos,

Cinzentos e de trevas.

Neste terreno,

Árido e de pedras,

Cheio de espinhos

e abrolhos,

Que abafam a vida.

Encontro uma flor,

Só, neste meio agreste,

Simples e bela,

Com humildade,

Se reveste

De cores alegres e garridas.

De honestidade

Se alimenta.

Sofre no silêncio.

Com personalidade,

E corajem,

A agressividade.

Deste meio hostil,

Luta pela vida.

Transmite esperança.

Sonha!

Com um belo jardim,

De muitas flores.

Numa primavera,

Sem fim.

Vos dou graças,

Meu Deus,

Criador do Universo,

Por esta flor.

Alegrar estes tempos,

Cinzentos e de trevas.

Rogo, á Virgem Maria,

Mãe de Deus,

E Mãe nossa.

Que a conserve,

E proteja,

Derramando

As graças,

Necessárias,

Para se manter

Sempre assim.

Assim seja.

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